sexta-feira, 11 de setembro de 2015

VICÊNCIA: MEU PEDAÇO DE CHÃO.

O POEMA QUE SE SEGUE É DE MINHA AUTORIA. TENHO A MANIA DE NÃO DATAR OS MEUS ESCRITOS. MAS PELO PAPEL DO MANUSCRITO DEVE TER SIDO ENTRE 1996 E 1999, POIS O TEXTO ESTÁ EM UMA FOLHA DE FORMULÁRIO CONTÍNUO DA USINA LARANJEIRAS (NA ÉPOCA TRABALHEI NA EMPRESA COMO AUXILIAR DE TRAFEGABILIDADE).
ACOMPANHA O POEMA UMA FOTO DE SETEMBRO DE 1975 DA BANDA XV DE NOVEMBRO. VÊ-SE AO FUNDO O CEMITÉRIO, O NOVA VICÊNCIA SEM NENHUMA CASA E, MAIS DE PERTO, A CASA DO PAI DE SEU AMAURY PEDROSA E A VENDA DE SEU MANÉ CARNEIRO.

VICÊNCIA: MEU PEDAÇO DE CHÃO.

Samuel Cazumbá

Ó Vicência que renasce a cada instante
Teu passado é a glória do teu povo
Teu presente é a certeza de um futuro
Progressista, humanizado, radiante.
O tempo, vai-se embora, não espera
Há ruínas? Transformadas.
Há canteiros? Já floridos.
Tuas praças, tuas matas e teu povo
Restaurados, atraentes, coloridos.

Parabéns, ó Senhora tão amada!
Muitas águas já rolaram dos teus rios
Muita gente alimentou-se desta terra
Hoje todos admiram os teus brios.
Se alguém me perguntar:
"Que terra é esta?"
Eu respondo com certeza varonil:
"É Vicência, meu torrão, lugar amado.
É Vicência, pedacinho do Brasil."


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