segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

PREFEITOS JÁ COMEÇAM A LADAINHA PRA NÃO PAGAR O PISO DOS PROFESSORES

PREFEITURAS DO NORTE E NORDESTE IRIAM A FALÊNCIA (kkkkkkkkkkkkkkk) SE TIVESSEM QUE DESEMBOLSAR OS RECURSOS PARA PAGAMENTO DO PISO DOS PROFESSORES. O GOVERNO FEDERAL TEM QUE MANDAR UMA ESMOLA PARA COMPLEMENTAR OS SALÁRIOS E, MESMO ASSIM, OS GESTORES MAIORES DOS MUNICÍPIOS, OU SEJA, OS PREFEITOS (E ATÉ GOVERNADORES, COMO É O CASO DO DE PERNAMBUCO), ENROLAM, ENROLAM, ENROLAM, ENROLAM, ENROLAM, ENROLAM, ENROLAM, ENROLAM, ENROLAM, ENROLAM, ENROLAM, ENROLAM, ENROLAM, ERNOLAM, ENROLAM, ENROLAM, ENROLAM, ENROLAM, ENROLAM, ERNOLAM, ENROLAM, RNORLAM, ENROLAM... E NÃO PAGAM.
CONCLUSÃO: NÃO PAGAM PORQUE NÃO QUEREM! TODOS SABEM (A NÃO SER QUE A BURRA ESTEJA SOLTA) QUE TODO MÊS DE JANEIRO DEVE TER ESSE REAJUSTE. NÃO SE PROGRAMAM PORQUE NÃO QUEREM QUE O POVO TENHA UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE. POIS SE O ELEITOR APRENDER A VOTAR, FICARÁ MAIS DIFÍCIL COMPRAR O SEU VOTO.
JÁ TEM DOIS MESES DENTRO. AÍ DAQUI A QUATRO MESES, LÁ PELO MÊS DE JUNHO, O PREFEITO DÁ O AUMENTO E PAGA O RETROATIVO DESDE O MÊS DE JANEIRO, TODINHO DE UMA VEZ. AÍ ALGUNS ABESTALHADOS E ABESTALHADAS COMEÇAM A SOLTAR PEIDOS DE ALEGRIA E PASSAM A ADORAR, REVERENCIAR E ENDEUSAR O GESTOR.
OS SINDICATOS FICAM ENCURRALADOS COLOCANDO NOTAS EM JORNAIS E ENGOLINDO OS SAPOS BARBUDOS OU AS BURRAS LOUCAS DOS GOVERNANTES.
DE PARABÉNS OS TRABALHADORES DE SUAPE E DO ESTÁDIO DA COPA, MUITOS DELES ANALFABETOS. QUANDO DECIDEM PARAR POR AUMENTO SALARIAL E MELHORES CONDIÇÕES DE TRABALHO, NUM INSTANTE ENTRAM EMPREITEIRAS, GOVERNO ESTADUAL, PRESIDENTE DA REPÚBLICA, O DIABO A QUATRO PRA RESOLVER O PROBLEMA.
ENQUANTO ISSO, AQUI EM VICÊNCIA, OS PROFESSORES FAZEM GREVE, SÃO DESMORALIZADOS PELO PREFEITO E AINDA SÃO PROCESSADOS E CHAMADOS DE TERRORISTAS. HOME VAI TE LASC...
SIM, O VALOR A SER PAGO DEVE SER DE R$ 1.451,00.


SE AINDA TIVER SACO, LEIA A MATÉRIA DO NE 10 ABAIXO:

23:13:31

avaliação

Aumento do piso dos professores teria impacto de R$ 1,6 bi nas contas municipais

Publicado em 27.02.2012, às 21h11



O aumento de 22% do piso nacional do magistério anunciado nesta segunda-feira (27) pelo Ministério da Educação (MEC) terá um impacto de 1,6 bilhão nas contas das prefeituras. Os dados constam de levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM). A estimativa, que leva em conta informações referentes a 2.039 cidades, foi feita a partir da diferença entre as médias salariais pagas hoje a professores das redes municipais e o piso de R$ 1.451 para 2012 fixado pelo MEC.

Aprovada em 2008, a Lei do Piso determina que nenhum professor de escola pública, com formação em nível médio, pode receber menos do que o valor determinado por uma jornada de 40 horas semanais. O piso refere-se apenas ao vencimento base e o cálculo para o pagamento não pode incluir outras vantagens como gratificações e adicionais. De acordo com o estudo da CNM, os salários-base para professores com jornada de 40 horas e nível médio variaram nas cidades pesquisadas entre R$ 316,80 e R$ 2.439,14.

Entre as regiões do país, os municípios do Nordeste são os que terão maior impacto nas suas contas em função do aumento do piso. Serão necessários R$ 816 milhões a mais para garantir o pagamento de acordo com o que manda a lei. Isso porque as redes de ensino da região têm as menores médias salariais e um grande número de professores. Em 2011, o piso foi R$1.187 e em 2010, R$ 1.024. Em 2009, primeiro ano da vigência da lei, o piso era R$ 950.

A legislação também determina que um terço da carga horária do professor deverá ser reservada para atividades fora da sala de aula, como planejamento pedagógico e atualização. Com a aplicação correta do dispositivo, as redes de ensino necessitariam contratar mais professores o que, segundo, a CNM, significaria a necessidade de um investimento extra de R$ 3,8 bilhões. A entidade estima que será necessário contratar mais 195 mil docentes para adequar a carga horária à regra estabelecida na lei.

Os municípios do Sul e o Sudeste são aqueles onde o professor tem menos tempo para atividade fora da sala de aula: em média, 20% e 18,7% da jornada de trabalho, respectivamente. Há grandes discrepâncias com relação ao tempo para atividades extra-classe nas diferentes redes de ensino. De acordo com a CNM, em algumas redes de ensino, não há nem uma hora reservada para essas atividades, enquanto em outras cidades os planos de carreira determinam que 35% da jornada do professor será fora da sala de aula.

A entidade cobra uma maior participação da União no custeio do pagamento dos salários dos professores. A Lei do Piso prevê que, nos casos em que o município não possa bancar o valor, a União repassará recursos complementares. Mas, desde que a legislação está em vigor, nenhuma prefeitura ou governo estadual cumpriu os pré-requisitos necessários – como a comprovação de incapacidade financeira – para obter a complementação.
Fonte: Agência Estado



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