terça-feira, 27 de novembro de 2018

MAIS DE 60 ARTISTAS PARTICIPARÃO DA VI FESTA DOS MÚSICOS EM VICÊNCIA.

EVENTO TERÁ 12 HORAS DE MÚSICA, SEGUNDO ORGANIZAÇÃO.

Pelo sexto ano consecutivo será realizada na cidade de Vicência a festa em homenagem a Santa Cecília, padroeira dos músicos. O evento será realizado nesta quarta-feira a partir das 13 horas, na Praça Joaquim Nabuco. Cerca de 60 artistas, locais, regionais e estaduais se revezarão nas apresentações que abrangerá todos os gêneros.

O organizador da festa, Olávio Batera, promete 12 horas de programação ininterruptas. Dentre as atrações confirmadas estão o cantor Moura Rossi, cover de Reginaldo Rossi e do apresentador Sérgio Dionízio, da TV Tribuna.

sábado, 24 de novembro de 2018

INCÊNDIO EM POSTE DEIXA USUÁRIOS SEM INTERNET EM VICÊNCIA.

FIOS E CABOS PELA RUA.

Fotos: Samuel Cazumbá

Quem passou pela Avenida Manoel Borba na manhã deste sábado, teve que tomar cuidado com o emaranhado de fios e cabos telefônicos e de Internet espalhados pelo chão. De acordo com moradores da localidade, por volta das três horas da manhã, um curto circuito atingiu as fiações de um poste da Celpe localizado em frente à Rádio Vicência FM.

O fogo atingiu os fios e danificou um caixa de som da divulgadora Vale do Siriji. A Celpe foi informada sobre o evento e uma equipe se deslocará para o local para resolver o problema.

A área atingida ficou inteditada por Boa parte da manhã.

domingo, 18 de novembro de 2018

EXEMPLAR DO LIVRO "FAMÍLIA CAZUMBÁ" É DOADO À BIBLIOTECA MUNICIPAL DE VICÊNCIA.

LIVRO É DE AUTORIA DO PROFESSOR JOSÉ BENTO ROSA DA SILVA, DA UFPE.

Fotos: Danillo Cazumbá (Colaboração)

Quatro integrantes da Família Cazumbá de pernambuco compareceram na Biblioteca Municipal Estefânia Carneiro e fizeram a entrega de um exemplar do livro Família Cazumbá (As peculiaridades dos descendentes de africanos nos últimos anos da escravidão e no pós-abolição - Recôncavo da Bahia - 1879/2015).

O livro foi escrito pelo professor/doutor José Bento Rosa da silva, vinculado ao Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto (Portugal) e vice-coordenador do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da Universidade Federal de Pernambuco (NEAB/UFPE). 

Uma das matriarcas da família pernambucana, Hilda Cazumbá, a filha dela, Maria Hilda e dois sobrinhos, Samuel e Danillo Cazumbá, entregaram o livro às responsáveis pela Biblioteca. O livro registra o histórico dos descendentes baianos, mas, de acordo com o professor Bento, as histórias se entrelaçam: "Sempre há coincidências e existem Cazumbás espalhados por todo o Brasil. Forma os únicos remanescentes africanos que mantiveram o sobrenome de origem", afirma o pesquisador.

Em 2016, a estudante Graziela Fernanda Santos Queiroz sob a orientação da professora Luíza Nascimento dos Reis, escreveu um artigo para o VIII Encontro Estadual de História, em Feira de Santana, na Bahia, no qual relata o histórico e algumas peculiaridades dos Cazumbás no estado de Pernambuco. Nele há depoimentos dos membros do Clã vicenciano. Leia no link abaixo:

http://www.encontro2016.bahia.anpuh.org/resources/anais/49/1477745686_ARQUIVO_ANPUHBAHIA-11.2016-Cazumba.pdf

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

MARÍLIA MARTINELE, FOTÓGRAFA ALIANCENSE PROMOVE CAMPANHA SOLIDÁRIA.

Donativos ajudarão entidades e pessoas carentes.

Fotos: Marília Martinele (Divulgação)

O ato de ajudar o próximo deve estar sempre presente na vida do ser humano. Seja qual for a situação mais difícil que nos encontremos, devemos lembrar que existem pessoas em situações piores que a nossa. Se cada um fizesse a sua parte, o mundo seria diferente. A solidariedade está dentro de cada um de nós, basta deixá-la florescer.

Com esse pensamento a fotógrafa Marília Martinele, correspondente do jornal Voz do Planalto e Giro Mata Norte, está promovendo a campanha "Vamos ajudar o próximo", através da qual as pessoas poderão doar roupas, brinquedos, fraldas descartáveis infantis e/ou adultas, alimentos não-perecíveis e cadeiras de roda. "Espero que as pessoas de bom coração se engajem nessa campanha, pois ajudar o próximo é uma atitude de amor", pondera a profissional da fotografia.

O Educandário Polivalente Maria Luíza, no distrito de Caueiras, em Aliança, foi um dos colaboradores do projeto. A nota a seguir foi enviada por Marília como forma de agradecimento à instituição:


(sic)"Olhemos ao nosso redor e veremos inúmeras possibilidades de sermos úteis ao nosso próximo, onde há tantos que necessitam". Que Deus abençoe a todos vocês pela atitude de ser essencial, devolvendo a alguém a coragem e a força para continuar na caminhada da vida, em momento algum se ausentaram em prestar solidariedade. Sendo assim, deixaram seus melhores sentimentos emergirem fazendo com que a luz brilhasse e iluminasse a escuridão que estava circundando a vida de tantos ao nosso redor! Essa é minha homenagem em forma de agradecimento aos que fazem o "Educandário Polivalente Maria Luiza", situado a rua da caixa d'água, no bairro de Caueiras na cidade da Aliança-PE. Em especial as pessoas de: Maria Suzana da Silva (diretora) Suany Lanay ( Coordenadora) e aos professores Bruno, Cláudia, Viviane, Thamires, Nenê, Janete, Iraci e Sueli."

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

EQUIPE DA EREM PADRE GUEDES (VICÊNCIA-PE) É CAMPEÃ NACIONAL NA JORNADA DE FOGUETES NO RJ.

EVENTO PROMOVIDO PELA OBA TEVE A PARTICIPAÇÃO DE 43 EQUIPES DE TODO O BRASIL.

Fotos: Állis Silva (Cortesia)

Foi na força, na garra, na determinação e na persistência. Depois de muito treinamento e algumas decepções, os louros da vitória final. Três estudantes da Escola de Referência em Ensino Médio Padre Guedes, em Vicência, Pernambuco, sagraram-se campeões nacionais na categoria nível 4 em lançamento de foguetes de garrafa pet com combustível à base de reação da mistura de vinagre com bicarbonato de sódio.

Os alunos foram os tempo todo instruídos e acompanhados pelo professor de Física Állis Silva, que em determinados momentos se mostrava mais ansioso do que os estudantes. Luís Henrique, Victor Higino e Mateus Travassos, lançaram um foguete que atingiu 211,3 metros de distância (lançamento oblíquo).

A competição aconteceu no Hotel Fazenda Ribeirão, localizado na cidade de Barra do Piraí, a 125 quilômetros da
Capital do Rio de Janeiro e foi promovido pela OBA (Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica). Cinco escolas pernambucanas também enviaram representantes para a disputa.

Alunos e professor já estão retornando para Vicência.

terça-feira, 16 de outubro de 2018

CÂMARA MUNICIPAL: ALUNOS DA EJA DA ESCOLA COMUNIDADE CRISTÃ ASSISTEM REUNIÃO

ESTUDANTES TIVERAM UMA AULA DIFERENTE DA TARDE DESTA TERÇA-FEIRA.

Fotos: Samuel Cazumbá

Alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) da Escola Comunidade Cristã, na Chã dos Mandados estiveram presentes na reunião ordinária na Câmara dos Vereadores. Os estudantes acompanharam com atenção os discursos dos parlamentares e ao final pousaram para fotos com os políticos locais.

Os vereadores que usaram da tribuna elogiaram a presença dos alunos, já outros se desculparam pelo comportamento de alguns colegas de bancada.

Na vida, na escola e na política: a fila anda.


ALERTA CELULAR: PM FAZ PALESTRA NA EREM PADRE GUEDES SOBRE O ASSUNTO.

SARGENTO FELICIANO E CABO PAULA SOARES ALERTARAM ESTUDANTES SOBRE O ROUBO DE APARELHOS CELULARES.

Fotos: Samuel Cazumbá

Policiais do 9° Batalhão da Polícia Militar de Pernambuco, sediado em Nazaré da Mata, estiveram na tarde desta terça-feira da EREM Padre Guedes, em Vicência. Na ocasião, o sargento Feliciano e a cabo Paula Soares proferiram uma palestra sobre como cadastrar os parelhos celulares no programa Alerta Celular, da Secretaria de Defesa Social (SDS).

LINK: https://www.alertacelular.sds.pe.gov.br/#/login

A militar Paula Soares informou sobre a importância do registro do EMEI do celular no site da SDS. "Com este número é possível rastrear o aparelho e posteriormente localizá-lo. Porém é necessário que a vítima dê queixa em uma delegacia mais próxima", afirmou Soares.

Além do alerta sobre os celulares, a PM também falou sobre a necessidade de os jovens se afastarem do caminho das drogas. "É muito difícil para nós, que trabalhamos nas ruas lidar com muitos
jovens nesse caminho sem volta, pois todos sabem que os finais são sempre os mesmos: cadeia ou cemitério", alertou.

No final da palestra alguns alunos registaram os celulares ficando assim protegidos em caso de roubo ou furto do mesmo.

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domingo, 14 de outubro de 2018

CERu.: 40 ANOS! EU FIZ (E FAÇO) PARTE DESTA HISTÓRIA.

NO DIA DOS PROFESSORES, UMA CRÔNICA DEDICADA À INSTITUIÇÃO QUE NÃO FORMOU APENAS EDUCADORES, MAS COLOCOU NO MUNDO CIDADÃOS E CIDADÃES DE BEM, PROFISSIONAIS COMPETENTES E COMPROMETIDOS COM O BEM-ESTAR DA CIDADE, DO ESTADO E DA NAÇÃO.

Meados de novembro de 1977. Aos oito anos de idade lembro-me perfeitamente daquele dia. Fomos levados à quarta série do Juvenato Padre Guedes. Era a única sala diferenciada da escola: o quadro era verde. Nas outras tínhamos uma lousa de madeira na cor preta. Naquela época existia o time dos meninos e o time das meninas. Lembro-me de poucas colegas do primário. Mas os amigos estavam lá comigo: Robecil, Paulo Sérgio, Célio, Raminho, Manoelzinho, Zé Bento, Gilberto e outros que não me recordo agora. Das meninas me recordo apenas de Julinha, Ana, Maria José e Luzinete. Alguém entrou na sala e falou: "Quem quer ir estudar no colégio novo?" O colégio novo era o CERu. Dr. Joaquim Correia. 


Sempre fui goleiro nas peladas e nos jogos oficiais do time da rua. Primeiro o Brasileirin, o terror da cidade. O time que desbancou o Sport de Rogério de Seu Bibiu. Depois o Flamengo. Acho que por isso me lembro com nitidez dos arqueiros da época: Biu Santos, Arnaldo e Zé Lira. Mas o que esses personagens têm a ver com a história? Recordo-me de ir com meu pai em alguns jogos no campo de barro vermelho. Onde era o campo? Exatamente onde hoje está a Escola Dr. Joaquim Correia! Na subida da hoje Avenida Estefânia Carneiro, cana de um lado, cana do outro; e lá em cima a casa de Seu Lulu. A PE 74 não existia. Pista mesmo, só na BR, de Nazaré a Esperança.

De repente chega a Construtora Leão. Firma contratada pelo governo do estado para fazer o asfalto de Esperança até a Usina Laranjeiras e construir o CERu.. A empresa se fixou na parte de cima da barreira, onde pouco tempo depois foi construída uma das casas mais bonitas da cidade na época. Se não me falha a memória era de um promotor de justiça de nome Alberto Moura. Quantas vezes a bola atravessou o muro e o cachorro rasgou!


1978. Sob o governo de Moura Cavalcante era inaugurado o Centro de Educação Rural Doutor Joaquim Correia. Um diretor e um vice com os mesmos nomes: Luiz Carlos. O Luiz Carlos vice, não passou muito tempo, foi substituído por Seu Manoel Pereira de Arruda, Seu Nezito, que trouxe consigo, seus famosos gritos de "Zezinho". Já o outro Luiz Carlos, o Vieira de Vasconcelos, ainda hoje está conosco. Calmo, sereno e tranquilo. Conseguia calar um batalhão de alunos sem dar um pio. Às vezes, no mais profundo silêncio, passeava por entre as filas (formadas impreterivelmente no pátio) e em seguida com um menear de cabeça, encaminhava os estudantes para as salas de aula. Para auxiliar a diretoria, uma supervisora linha dura, Dona Zezé.

Fui estudar na quarta série. Minha professora foi Dona Lila, Maria de Fátima Albertins Belém Pereira, irmã da professora da terceira série no Juvenato, Dona Lia. Nunca chamamos professora de Tia! 

Eu queria chegar logo à quinta série para receber uma cadernetinha de presença na cor azul. Porém para a minha tristeza, ao passar de ano, a tal caderneta foi extinta. A transição não foi traumática. Naquele tempo não apenas respeitávamos, tínhamos medo dos professores (principalmente das professoras). Mas a minha entrada no ginásio foi inesquecível. Prova é que estou aqui, contando. Tanto que nomearei cada um dos mestres e mestras que me ensinaram e as respectivas disciplinas: Matemática, Dona Maria do Carmo; Português, Dona Rivaldira; Ciências, Tiago; História, Cilene; Geografia, Dona Telma; Educação Artística, Dona Gorete; Inglês, Dona Dalva; Educação
Física, Aílton; Religião, Cilene; Técnicas Comerciais, Gonzaga; OSPB, Oséias. Acho que só. Com o passar do tempo outros profissionais foram chegando. Tive a honra de estudar uma matéria chamada I.P. (Informação Profissional) com Reginaldo Potência, o qual foi responsável diretamente pela minha não desistência na sétima série. Estava prestes a fazer a terceira sétima, praticamente reprovado em Matemática, precisando tirar 10,0 na quarta unidade e 8,5 na recuperação. Ele protagonizou uma força tarefa para eu ser aprovado. Convocou minha mãe, direção da escola, Exército, Marinha, Aeronáutica e um colega inteligente na época (eu eu era burro?!): David Almeida de Oliveira. O super-hiper-mega CDF da escola. Fui à luta. Estudei. Enfiei a cara no livro e nos cálculos. Vou partir desse mundo cruel e não esqueço os dois assuntos daquela fatídica recuperação: Produtos Notáveis e Equação do Segundo Grau. Objetivo alcançado. Dez de média na quarta unidade e mais dez na recuperação.

Viramos agricultores no CERu. Nas aulas de Técnicas Agrícolas plantávamos verduras nos canteiros atrás do galinheiro (eu acho que nunca criaram galinha ali). Coentro, cebolinha, cenoura... Muitas vezes vendíamos esses produtos para comprar instrumentos agrícolas. Dona Mabel Nunes era a responsável pela matéria. 

O primeiro ano era chamado de Básico. Fiz o Básico A. Em seguida, as meninas se dividiam entre os cursos de Contabilidade e Magistério e todos os meninos iam para Contabilidade. Estudei o segundo ano em 1986 e o terceiro em 1987. Fui o orador da turma no dia da formatura. E em 1992 voltei ao CERu. como professor, de onde só saí em 2013.


Isto foi apenas o começo e o fim da minha história na quarentona Escola Dr. Joaquim Correia. Até parece que foi ontem. Dona Lúcia Jerônimo nos deixando de castigo no corredor até uma da tarde por tirar nota baixa em Matemática; Normando escalando o time de futsal para representar a escola nos jogos da DERE (hoje GRE). Fui como goleiro reserva em um dos anos. Dona Fátima Mota com suas inspiradoras aulas de Inglês. Dona Iranete e suas aulas de Redação e Produção de Texto. Cilene Melo e o famoso método das partidas dobradas, "tudo que entra é crédito, tudo que sai e débito e vice-versa". Justino, com sua calma até os dias de hoje. E de repente me vejo estudando com quem eu vendia torreiro nas ruas da cidade, o agora professor Joaquim de Melo Lira, o qual sempre chamei de Quinca. Com ele estudamos computação sem nem existir computador por aqui ainda. Uma matéria chamada Mecanografia. A única coisa que ficou foram os códigos binários: 0 e 1.

Obviamente que essas são apenas poucas lembranças de tanto tempo passado na escola. Foram dez anos como aluno e mais de dez como professor. Mais que uma vida. A melhor época. A era de ouro das músicas. Roberto Carlos, Michael Jackson, Marcos Sabino, Biafra, Rodrigo, Zizi Possi e tantos outros.

Parabenizar é pouco pra você CERu. Você já é referência há muito tempo. Desde a primeira pedra colocada no alicerce. Referência na vida de todos nós, que tivemos a honra de pertencer a esta casa de ensino. Com você crescemos e aparecemos. Firmamos bases sólidas e alçamos outros voos. 
Garantimos o futuro. 
O nosso futuro.

"Ó Vicência nós somos teus filhos
Estudando pra sempre saber.
Formação pelas letras em brios
É a senda feliz do dever."

Samuel Cazumbá

domingo, 7 de outubro de 2018

DEPUTADOS FEDERAIS E ESTADUAIS ELEITOS EM PERNAMBUCO

RELAÇÃO DOS DEPUTADOS FEDERAIS E ESTADUAIS ELEITOS EM 2018




DEPUTADOS FEDERAIS:

JOÃO CAMPOS
ANDRÉ DE PAULA
FELIPE CARREIRAS
DANILLO CABRAL
RAUL HENRY
GONZAGA PATRIOTA
RENILDO CALHEIROS
TADEU ALENCAR
ANDRÉ FERREIRA
SÍLVIO COSTA FILHO
DANIEL COELHO
FERNANDO FILHO
RICARDO TEOBALDO
BISPO OSSÉSIO
SEBASTIÃO OLIVEIRA
EDUARDO DA FONTE
FERNANDO MONTEIRO
AUGUSTO COUTINHO
LUCIANO BIVAR
FERNANDO RODOLFO
WOLNEY QUEIRÓS
TÚLIO GADELHA
MARÍLIA ARRAES
CARLOS VERAS
PASTOR EURICO

DEPUTADOS ESTADUAIS:

GLEYDE ÂNGELO
CLODOALDO MAGALHÃES
AGLAÍLSON VÍTOR
RODRIGO NOVAES
LUCAS RAMOS
ADAUTO SANTOS
SIMONE SANTANA
JOAQUIM LIRA
FRANCISMAR
DIOGO MORAES
TONY GEL
WALDEMAR BORGES
IZALTINO NASCIMENTO
ROMERO DIAS
ALUÍSIO LESSA
CLEYTON COLLINS
JOEL DA HARPA
CLAUDIANO FILHO
FABÍOLA CABRAL
ALBERTO FEITOSA
ROGÉRIO LEÃO
CLÓVIS PAIVA
ANTÔNIO MORAES
ERIBERTO MEDEIROS
HENRIQUE QUEIRÓS FILHO
ROMERO
DELEGADO LESSA
ROBERTA ARRAES
GUSTAVO GOUVEIA
WILLIAN BRÍGIDO
PRISCILA KRAUSE
ALESSANDRA VIEIRA
ANTÔNIO COELHO
ÁLVARO PORTO
ROMERO SALES FILHO
GUILHERME UCHÔA JÚNIOR
MANOEL FERREIRA
CLARISSA TÉRCIO
ANTÔNIO FERNANDO
WANDERSON FLORÊNCIO
DORIEL BARROS
TEREZA LEITÃO
DULCICLEIDE AMORIM
MARCO AURÉLIO (MEU AMIGO)
FABRÍZIO FERRAZ
JOSÉ QUEIRÓS
JOÃO PAULO COSTA
JOÃO PAULO


sexta-feira, 5 de outubro de 2018

EDUCAÇÃO REALIZA O PAGAMENTO DO BDE AOS SEUS PROFISSIONAIS

Neste ano, mais escolas da rede estadual atingiram as metas e serão premiadas com o Bônus de Desempenho Educacional (BDE). Valor total será de R$ 20 milhões.


Foto: Samuel Cazumbá

O Governo de Pernambuco pagou hoje (05/10) o Bônus de Desempenho Educacional (BDE) relativo ao ano de 2017 em Folha de Pagamento Extra no início de outubro. O bônus, no total de R$ 20 milhões, contemplará 22.872 professores e outros 3.695 profissionais da Rede Estadual que alcançaram as metas pactuadas no ano passado.

Este ano, 659 escolas atingiram total ou parcialmente as metas pactuadas - número maior que o observado no ano anterior, quando 532 escolas receberam o Bônus – e serão premiadas com o BDE. Destas, 510 cumpriam a meta de 100% do bônus.

“É mais uma iniciativa que mostra a prioridade que o Governo vem dando para  a Educação. Mesmo com toda a crise financeira nacional, estamos trabalhando pela valorização de nossas escolas e de seus profissionais”, disse o Secretário Estadual de Educação Fred Amancio.

Nesse contexto, 26.567 servidores, entre professores e demais profissionais da Educação, serão contemplados com o Bônus, que será de até R$ 1.049,22, para milhares de profissionais das escolas da rede estadual.

O Governo do Estado tem reconhecido com o BDE os avanços nos resultados das escolas e da Educação de Pernambuco, a partir do trabalho de todos os professores e demais profissionais da Educação.

BÔNUS - O BDE existe desde 2008, instituído pela lei de nº 13.486 para premiar os profissionais das escolas que cumprissem parcial ou integralmente as metas para o IDEPE. A partir de 2009, o BDE passou a incluir também as GREs. O cálculo do BDE corresponde ao percentual de atingimento de metas acordadas em Termo de Compromisso assinado por cada unidade de ensino e o Secretário de Educação do Estado. Os valores variam em função da remuneração do profissional, o percentual de atingimento das metas, o período de atividade no ano anterior e a localização (gerência regional de educação ou escola).

terça-feira, 25 de setembro de 2018

IPA E SECULT PROMOVERÃO EVENTO GASTRONÔMICO COM PLANTAS NATIVAS.

O chefe Timóteo Domingos, da ONG Gastrotinga, que já desenvolveu mil pratos à base de plantas do Nordeste, será um dos palestrantes do evento Comer Caatinga é Panc - Plantas Alimentícias Não Convencionais.

Colaboração: Bel Coutinho
(Ecolume/IPA)
Fotos: Divulgação


A rede nacional de pesquisadores (Ecolume) que defende plantar água, comer plantas nativas da Caatinga e irrigá-las com o sol, liderada pela climatologista Francis Lacerda, do Laboratório de Mudanças Climáticas do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), acaba de firmar parceria com Ana Frazão, gestora do setor de Gastronomia da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE). Juntas, após o 2º turno das eleições, realizarão o 1º evento pedagógico sobre cardápios com plantas da região. Na programação, serão destacadas as Plantas Alimentícias Não Convencionais (Pancs). O chef nordestino Timóteo Domingos, da ONG Gastrotinga, será um dos palestrantes parceiros. Ele desenvolveu mil receitas com técnicas onde insere a vegetação do Bioma Caatinga na alimentação humana.

“No âmbito da gastronomia e culinária, os modos de viver, produzir e comer, da forma mais simples à mais sofisticada, constitui aspectos culturalmente relevantes e da identidade cultural de diferentes grupos sociais. Nesse ambiente, facilitando e aprimorando o diálogo entre a natureza, cultura e a ciência, será possível conjugar o desenvolvimento sustentável, tradições e inovação, gerando novos desafios para 'pensar o alimento', com envolvimento das diversas cadeias de produção”, frisa Ana. Dos mil pratos do chef Timóteo, a base de grande parte usa cactos, fruto do mandacaru, umbu, mororó, Ouricuri e outras plantas do Sertão. Alguns deles serão demonstrados no evento Comida no Prato é Panc.

“O evento, apoiado pelo IPA, Secult-PE e CNPq, objetiva ainda destacar a convivência harmoniosa entre o homem e a natureza através das potencialidades alimentares e nutricionais das plantas da Caatinga, atualmente subutilizadas, estimulando novos pratos e paladares”, realça Francis. A partir da promoção de uma cultura alimentar orgânica e com elevado valor nutricional, a intenção das entidades envolvidas é a de promover uma reflexão social sobre os benefícios da proteção ambiental do bioma nativo, reconhecendo as potencialidades da vegetação nativa. 

O replantio dessa vegetação é um dos objetos dos trabalhos da Ecolume. A segurança alimentar, no semiárido do NE, dentro do contexto das mudanças do clima - onde a tendência é a elevação da temperatura e o aumento dos eventos de secas extremas - cujos efeitos sobre o cultivo de plantas convencionais são cada vez mais de alto risco. O projeto Ecolume está montando, inclusive, o primeiro sistema agrovoltaico da América do Sul, para produção de alimentos, no Sertão pernambucano, em parceria com a escola Serta de Agroecologia. Além da produção de vegetais tradicionais através deste sistema em implantação, a unidade também produzirá proteína animal (criação de peixe e galinha) e iniciará o plantio das Pancs.

“Em tempos de mudanças climáticas, o replantio da vegetação nativa para fins alimentar, já adaptada ao calor e à alta variabilidade da chuva, é vital para a sobrevivência da espécie humana. E, como a alimentação é imprescindível e faz parte do cotidiano das pessoas, da cultura, o cardápio de qualidade passa pela utilização das pancs. Assim sendo, é urgente cultiva-las e estimularmos o seu consumo”, diz Francis. Este é o objetivo central do evento gastronômico-pedagógico do IPA e Secult, que contará com palestras, oficinas e feira de comida com Pancs.

domingo, 23 de setembro de 2018

PRECATÓRIOS DO FUNDEF (FUNDÃO): CÂMARA ANALISA SE PROFESSORES TÊM DIREITO AO RECURSO.

PROCURADORA DO TCE-PE PARTICIPOU DE AUDIÊNCIA SOBRE O ASSUNTO EM BRASÍLIA.


Do Informativo quinzenal do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco
Foto: Luiz Macedo/Acervo Câmara dos Deputados
(Reprodução do Diário de Pernambuco - 22, 23/09/2018)

A procuradora geral do Ministério Público de Contas, Germana Laureano, participou em Brasília na última quarta-feira de uma audiência pública que se realizou na Câmara Federal para discutir os precatórios do Fundef, tema que está em discussão no âmbito dos Tribunais de Contas.

Ela foi convidada pelo deputado alagoano JHC*, presidente da comissão geral que ora analisa se os profissionais do magistério têm ou não direito a esta complementação de recursos do Fundo.

(*) João Henrique Caldas - Solidariedade (SDD) 
(Grifo do Blog)

Fonte: www.tce.pe.gov.br

sábado, 22 de setembro de 2018

ESCOLAS PARTICIPAM DE SELETIVA DE ATLETISMO DA GRE MATA NORTE

EVENTO ACONTECEU NO ESTÁDIO JOSÉ JOAQUIM DE ALBERTINS (JACOZÃO), EM VICÊNCIA.

Alunos de diversas escolas da Mata Norte participaram na manhã deste sábado (22) das seletivas de atletismo da GRE Mata Norte. Os estudantes disputaram vagas nas modalidades de corrida de 200 e 400 metros, salto em distância e arremesso de peso, nas categorias masculino e feminino.

A cidade de Vicência foi representada pela EREM Padre Guedes. Na ocasião, a aluna Nayara Flávia ficou em primeiro e terceiro lugar nos 200 e 400 metros, ganhando uma medalha de ouro e bronze, respectivamente; já Dawyds Vinícius obteve o segundo lugar nos 200 metros livres.

A competição teve o apoio da Diretoria de Esportes do município através do diretor Leandro Pereira, que coordenou a competição junto com a equipe da GRE Mata Norte e dos professores de Educação Física das escolas participantes.

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quarta-feira, 12 de setembro de 2018

SYLVIO CARLOS: ATENDIMENTO POR EXCELÊNCIA.

FUNCIONÁRIO DO BANCO DO BRASIL NA DANTAS BARRETO É EXEMPLO DE COMPETÊNCIA, AGILIDADE E PACIÊNCIA.

Numa época em que as relações humanas estão fragilizadas o politicamente correto acaba sendo exceção e não regra. Imagine você passar mais de quatro horas em uma fila de banco e sair satisfeito? Tivemos (Eu e Íggor) essa experiência no dia 11 de setembro de 2018. O estudante do curso de Gestão em Turismo, Íggor Cazumbá, precisava resolver uma questão burocrática no Banco do Brasil. Procuramos a agência 0325-5, na Avenida Dantas Barreto, no bairro de Santo Antônio, em Recife. Apesar da longa fila que se formara na recepção, a mesma fluía com certa rapidez. Às 11:30 da manhã fomos encaminhados ao segundo andar a fim de resolvermos nosso problema.

Por volta das 14:30 chamaram nossa ficha, AN12, e fomos redirecionados para a mesa 17, onde após esperar mais uma hora e trinta minutos, finalmente nos deparamos com o jovem atendente. Esbanjando simpatia, o mesmo de pronto iniciou os procedimentos necessários visando a resolução do nosso assunto. De forma super atenciosa fez-nos relaxar e contribuir para um excelente atendimento. Após alguns minutos tivemos nosso problema resolvido.

Não vou aqui parabenizar o funcionário, alguém pode até dizer que ele está fazendo sua obrigação. Mas sabemos muito bem como é o atendimento em algumas repartições públicas ou privadas no Brasil. As boas notícias não se espalham com a rapidez que as más. E a gentiliza tornou-se artigo de luxo em muitos setores. 

Na realidade quem (ou o quê) está de parabéns é a agência por contar em seu quadro de funcionários com alguém diferenciado, que trata as pessoas como gente e reconhece as dificuldades que enfrentamos no dia a dia.

Sylvio Carlos, funcionário do BB da Dantas Barreto, um exemplo a ser imitado!👍

domingo, 12 de agosto de 2018

POR QUE OS FILHOS CRESCEM? (Simultâneo com o Facebook)

POR QUE OS FILHOS CRESCEM?

"Um dia você descobre que as pessoas com quem mais se importa na vida são tiradas de você muito depressa... por isso devemos nos despedir das pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vejamos."
(Shakespeare)



Neste dia dos pais andarei na contramão da História. Aqui está um pai falando (ou escrevendo) para os filhos. Acho que hoje também sou um pouco mãe, até mais do que no passado. Existem ex-maridos e ex-mulheres, mas não existem ex-filhos nem ex-família. Muito pelo contrário, com o passar do tempo adquirimos e/ou conquistamos novas amizades e novos amores. Falando em tempo, quando eles são pequenos e estamos dando-lhes o mingau ou a papinha, olhamos nos seus olhinhos brilhantes e falamos: “Coma tudinho pra crescer e ficar bem forte.” Será que é isso mesmo que queremos dizer? Não seria melhor continuarmos com eles nos braços e sussurrarmos ao seu ouvido: “Ei, engana a natureza. Não cresce não. Fica assim mesmo. Pequenininho, pra que eu sempre possa te proteger e envolver-te nos meus braços”.

Porém o tempo passa tão rápido quanto a velocidade da luz. Num piscar de olhos cá estão eles: crescidos diante de nós. E nós, abestalhados pelas suas belezas, não percebemos que, aos poucos, os vamos perdendo. A primeira perca é das mães. O nascimento rompe o cordão umbilical que os coloca neste mundo cruel e competitivo. Começamos então a protegê-los, ampará-los e defendê-los com a própria vida. Os verdadeiros pais, e também as mães, são aqueles e aquelas, que mesmo os filhos estando errados, estarão ao seu lado. Não, encobrindo os seus erros, mas aconselhando-os e ensinando-os a errar cada vez menos.

Nas dobras da marca do tempo eles criam asas e o mundo os ensina a voar. E eles se distanciam. Mesmo estando presentes eles não ligam mais pra nós. Os amigos, as amigas, os namorados, as namoradas, o celular são mais importantes do que nós. Começam a viver suas próprias vidas. Já não precisam mais da gente para fazer xixi. Não correm mais ao nosso encontro e voam em nossos braços. Já não nos deixam cantar uma canção de ninar e contar-lhes uma historinha. Já não abrem o berreiro quando chegam na escola, aliás, gostam mais da escola do que de casa. É lá onde encontram os seus guetos. Fazem quase tudo sozinhos. Quase. Porque quando a coisa aperta lembram-se das suas posses: MEU pai, MINHA mãe. E resolvemos os seus problemas.

Eu acho que sei por que os filhos crescem. Acho que eles crescem para ficarem mais parecidos conosco. Para refletirem a nossa imagem e semelhança. Eles crescem para dar sentido a vida e nos lembrar que o tempo passa. Sabe aquele tapinha que o padre dá na face do crismando? Ei, desperta! Suas crianças cresceram! Não passam mais por debaixo da catraca do ônibus! Não entram mais de graça nos eventos! Não tomam mais leitinho! Agora são donos de si. Estão prontos para começarem suas próprias famílias. Um dia vão sair e só irão voltar de vez em quando. Não precisaremos mais acordá-los para ir à escola. Não reclamaremos mais pela toalha esquecida na cadeira da cozinha. Não reclamaremos mais quando ele chegava tarde das festas. A casa estará vazia. Tudo voltará a ser como era antes. Trinta, vinte anos atrás. A vida imita a arte: Éramos Seis, agora somos dois. De novo. Um recomeço.

E o tempo continuará a passar. E chegará a velhice. E os papéis de inverterão. Muitos deles voltarão. Crescidos. E nos colocarão nos braços. Nos darão comida. Nos ajudarão a fazer xixi. Trocarão as nossas fraldas. Nos colocarão na cama. Cantarão para a gente dormir. E nós, mesmo com os braços esmorecidos, as pernas fracas, a voz cansada, os cabelos brancos, os olhos marejados e o coração agradecido entenderemos por que os filhos crescem e ficam fortes.

Os filhos, os bons filhos, crescem para cuidarem de nós.

Samuel Cazumbá